quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

1ª colheita.

Eu planto amoras.
Nunca fui cuidadosa nesse ofício. Planto somente e espero que crescam para depois serem colhidas.
Faço disso um hobbie e não um sacerdócio.
Não há adubo, irrigação diária, produto especial ou oração que me ajude. Mas mesmo assim elas crescem, vermelhas, roxas, saudáveis e rechonchudas.
Claro, existem aquelas que nascem defeituosas e que são, irremediavelmente, sacrificadas. Mas o que posso fazer? São só amoras.
As guardarei aqui por uma questão de ego. Porque aqui elas parecem mais saborosas e vibrantes. Você pode prová-las se quiser. Se não quiser, não há problema.

Aqui estarão minhas amoras. As colhidas e as compradas.
Aqui estarão meus amores.  Os de alma e os de carne.
Aqui estou eu. E só.

Um comentário:

  1. Que lindo minha amoraa! Seu dom me orgulha demais!
    Bem-vinda ao mundo mágico de quem escreve.! Amu tú.!

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Oi, eu planto amoras.